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"No ato de rasgar há uma intenção e um movimento que rompem com a superfície das coisas, atravessando-as, criando espaços. O tempo de rasgar é um tempo exato, calculável, mas o espaço gerado é indefinido. Podemos forjar o tempo distinto da clausura. Rasgar é impingir forças contraditórias, o rasgo é o resultado direto desse movimento. Ele pode engendrar vazios no cotidiano encouraçado, a fim de fundar, sondar e penetrar outros espaços. Rasgo como Arte, Claudia Washington, UFRGS. Porto Arte- v.26 n. 46
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